Câncer e Doenças de Sangue

Normativas

I. Documentação Oficial
I. 01. Cadastro do voluntário com foto
I. 02. Termo de adesão ao trabalho voluntário com xerox de documento oficial (R.G.)
I. 03. Termo de desligamento do voluntariado

II. Dos Voluntários

 Direitos

  1. Desenvolver um trabalho de acordo com os seus conhecimentos, experiências e motivações, segundo as regras do Voluntariado;
  2.  Combinar com o coordenador de sua área os termos e condições do trabalho que vai realizar;
  3. Receber, tanto em caráter inicial como permanente, informação, formação, orientação e apoio para o exercício das funções que lhe destinem;
  4. Ser tratado sem discriminação, respeitando a sua liberdade, dignidade, intimidade e crenças;
  5. Ter ambiente de trabalho favorável e em condições de higiene e segurança;
  6. Participar das decisões que dizem respeito ao seu trabalho;
  7. Participar ativamente na Instituição, colaborando na elaboração, esboço, execução e avaliação dos programas da organização, de acordo com os seus estatutos e/ou normas que a regem;
  8. Candidatar-se à Coordenação dos setores tanto como à Presidência do Voluntariado, após dois anos de atuação;
  9. Ser reconhecido pelo trabalho que desenvolve com certificação;
  10. Desfrutar de um período de descanso (férias) ao ano, sendo este devidamente combinado com a Coordenação de seu setor, sem que seja considerado falta ao trabalho (máximo: 30 dias consecutivos);
  11. Solicitar o afastamento temporário, por um máximo de 60 dias consecutivos. Caso precisar de um período maior, solicitar o desligamento;
  12. Obter o respeito e reconhecimento pelo valor social de sua contribuição.

Obrigações

  1. Participar das capacitações que a Diretoria e a Coordenação do setor escolhido achem necessárias;
  2. Assinar, anualmente, o Termo de Adesão ao Trabalho Voluntário (lei n° 9608 -18/02/1998 -);
  3. Conhecer, aceitar (através de assinatura) e cumprir as normas e procedimentos internos;
  4. Apresentar-se em seu local de serviço no horário combinado, sempre de forma assídua e pontual, não permanecendo onde não possa justificar sua presença como parte de seu trabalho;
  5. Usar, obrigatoriamente, o uniforme (jaleco azul) e o crachá sempre que estiver em serviço;
  6. Trajar-se decentemente, ser discreto e utilizar roupas adequadas para função a ser desempenhada;
  7. Não usar perfumes fortes;
  8. Prestar, no mínimo, 4 (quatro) horas contínuas de trabalho por semana, com alegria e dedicação;
  9. Atuar com responsabilidade, comprometimento, ética e respeito junto aos atendidos (pacientes e familiares), aos colegas do Voluntariado e aos profissionais do Hospital.
  10. Respeitar as graduações hierárquicas;
  11. Comunicar ao coordenador e/ou setor /Secretaria qualquer alteração nos dados cadastrais, o afastamento ou desligamento do trabalho, preenchendo a documentação pertinente;
  12. Em caso de desligamento, entregar o crachá;
  13.  Comparecer às reuniões marcadas pelo coordenador;
  14. Colaborar e participar nas atividades do Voluntariado, além das atividades do seu setor;
  15. Colaborar e participar nas campanhas institucionais, promocionais e de iniciativas promovidas pelo Centro Infantil Boldrini com a finalidade de obtenção de fundos para o Hospital, que tenham apoio da direção do Voluntariado.
  16. São atribuições e obrigações do coordenador:
    a) organizar, planejar, administrar e executar atividades correlatas à sua área de atuação, sempre assegurando, como objetivo principal, o bem-estar dos pacientes e seus familiares;
    b) entrevistar e selecionar os candidatos a voluntários ao seu setor ou local;
    c) definir tarefas e capacitar para suas funções os novos voluntários de seu setor ou local;
    d) controlar o cumprimento das normas e procedimentos por parte de seus voluntários e aplicar as sanções disciplinares que considere necessárias;
    e) manter informados a seus voluntários dos eventos e campanhas do Voluntariado e da Instituição, bem como das obrigações administrativas e legais a serem cumpridas por eles;
    f) manter informada a Diretoria das atividades desenvolvidas, seus resultados e dos projetos em andamento;
    g) apresentar o relatório de atividades à Diretoria conforme seja solicitado.

Penas disciplinares

As obrigações (item II.02) detalhadas nos pontos 01 a 03 deste documento são requisitos indispensáveis para exercer o trabalho voluntário na Instituição.

O não cumprimento de qualquer das obrigações (item II.02) detalhadas nos pontos 04 a 16 é passível de advertência, suspensão ou exclusão, segundo o critério da Coordenação do setor, da Diretoria do Voluntariado ou da Diretoria do Hospital, de acordo com o prejuízo causado pela ação.

Agir em contrário às ações vetadas no item II.03, é passível de suspensão ou exclusão, segundo o critério da Coordenação do setor, da Diretoria do Voluntariado ou da Diretoria do Hospital, de acordo com o prejuízo causado pela ação.

III. 01. Advertência
III. 02. Suspensão
III. 03. Exclusão

São consideradas faltas graves, passíveis de exclusão:
a) abandono do trabalho;
d) reiteração de suspensões e/ou advertências;
e) procedimento irregular de natureza grave.

Procedimentos

01. Venha trabalhar com alegria e satisfação. Temos muito a fazer e sua parte é vital, por isso:

  • · trabalhe com alegria e satisfação;
  • · tenha sempre uma atitude proativa;
  • · tenha foco na solução dos problemas.

02. O voluntário deve exercer um papel de apoio. Deve ser ágil no encaminhamento dos problemas e resolver o que lhe compete.

  • · conheça todas as áreas de atuação do Voluntariado para poder encaminhar os casos de acordo com a necessidade;
  • · conheça totalmente seu local de trabalho para poder dar a informação que os pacientes necessitem;
  • · procure oferecer ajuda a todos que puder, mesmo não sendo de sua área específica, porém, não invada a área de seu companheiro.

03. Cada voluntário tem o direito de ser respeitado na sua condição de pessoa única e, portanto, em seu modo de fazer. Mas nunca esqueça:

  • · você é como uma célula, pertence a um tecido. Os tecidos formam órgãos. Os órgãos formam parte de sistemas. Os sistemas trabalham num corpo…;
  • · mantenha estreita comunicação com seu coordenador, com sua equipe diária e com todos os companheiros do Voluntariado;
  • · colabore, de alguma forma, com os eventos de sua equipe, do Voluntariado e do Hospital.

04. Se estiver em contato com pacientes, familiares ou acompanhantes, em qualquer local:

  • · não faça comparações entre casos;
  • · não dê seu telefone nem de seu colega de trabalho para pacientes;
  • · não faça comentários desrespeitosos;
  • · não faça diagnóstico, nem previsões;
  • · não coloque dúvidas sobre tratamento;
  • · não instigue a esperança com “receitas milagrosas”;
  • · não proceda sem conhecer as regras do local;
  • · não demonstre medo, nojo nem repulsa;
  • · não seja invasivo com sua conversa, respeite o limite do outro;
    • · não transporte pacientes internados;
    • · não fique com uma criança, autorizando os pais a saírem do prédio;
    • · não tome atitudes sem conhecer todos os fatos, evite mal-entendidos;
    • · não prometa o que é difícil ou não possa cumprir;
    • · se prometer, cumpra suas promessas rapidamente;
    • · passe ao coordenador todas as intercorrências, impressões ou comunicados percebidos com os pacientes.

05. Pelo Hospital: não fazer barulho ou algazarra pelos corredores.

06. Ao entrar no TMO ou na UTI: obedecer as regras estipuladas.

07. Se necessitar estar nas áreas de internação:

  • · informe-se sobre leitos que não podem ser visitados;
  • · esteja atento para informações afixadas nas portas;
  • · não entre num quarto onde já houver três pessoas;
  • · não entre num quarto com procedimentos médicos;
  • · não entre num quarto se houver pessoas dormindo;
  • · não entre num quarto com biombo, se não se sentir devidamente preparado;  primeiro verifique a situação junto à enfermagem;
  • · antes de entrar num quarto, lave as mãos; se tiver unhas longas, lave-as internamente.

08. Ao entrar num quarto, seja respeitoso.

  • · bata na porta;
  • · cumprimente e se apresente;
  • · não sente na cama;
  • · faça o oferecimento da sua atividade;
  • · seja gentil e procure perceber como estão as pessoas daquele quarto;
  • · não insista com a atividade;

09. Se estiver num quarto:

  • · não mexa nos aparelhos;
  • · não dê banho na criança, nem realize qualquer procedimento que caiba aos acompanhantes ou profissionais;
  • · não pegue crianças no colo;
  • · não leve iguarias, mesmo que solicitadas, ao quarto. Fale com a enfermagem e/ou nutricionista.